Com a proximidade dos vestibulares, confira dicas para se dar bem na prova de inglês

Rafa Barbosa

O Exame Nacional de Ensino Médio, Enem, prova que será aplicada nos dias 5 e 12 de novembro, além de avaliar o desempenho dos alunos que estão saindo do ensino médio, também dá acesso a faculdades e universidades públicas e particulares. Mas, além do Enem, outras instituições realizam neste fim de ano seus vestibulares, que permitem o ingresso de vários alunos ao ensino superior e para conseguir uma boa colocação é importante estudar e estar atento a alguns pontos. Embora com poucas questões, a prova de inglês é um desafio para grande parte dos participantes e por isso trazemos dicas que podem ajudar.

O professor de língua inglesa da Fesb (Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista), Ademir Paulo da Silva, explica que estar atualizado é muito importante. “O candidato deve estar atualizado com os principais acontecimentos do mundo, acompanhando os assuntos por meio de jornais e revistas, em português, e as notícias em inglês por meio dos sites, porque se você já tem um conhecimento prévio do que acontece no mundo, com certeza você vai estar mais preparado e familiarizado com os tópicos”, diz.

Silva também reforça que estar atento às perguntas e estudar provas anteriores podem ajudar. “Durante a prova é preciso ter atenção especial aos enunciados, evitando pegadinhas e induções ao erro. Então, o candidato deve se familiarizar com os formatos das provas. O estudo de simulados e provas de vestibulares anteriores pode ser útil também”, aponta.

Pesquisar sobre diferentes assuntos, em inglês, pode aumentar o vocabulário, ajudando na interpretação, mas também é importante conhecer a gramática. “O aluno deve ter um conhecimento básico gramatical dos tempos simples, mas é necessário também que ele tenha um conhecimento de voz ativa, voz passiva e os discursos direto e indireto”, alerta.

Conhecer o perfil da prova ajuda a esclarecer se há mais incidência de questões gramaticais ou de interpretação e cuidar do emocional também pode fazer toda a diferença. “O menor preparo que ele tenha já ajuda no emocional do aluno, porque a interpretação, mesmo que você não saiba determinada palavra, pelo contexto, pelo grupo de palavras você pode adivinhar e às vezes a intuição funciona muito. E também é preciso evitar o nervosismo”, finaliza Silva.